Criado catálogo de literatura portuguesa Gram Bem Querer

Saber | Livro
  • Data

    01.02.22

A partir de hoje encontra-se disponível o catálogo “Gram Bem Querer – literatura portuguesa”, o qual pode ser consultado aqui.

Resultado de uma parceria entre as áreas governativas da Cultura, através da Direção-Geral do Livro, dos Arquivos e das Bibliotecas (DGLAB), e dos Negócios Estrangeiros, através do Instituto da Cooperação e da Língua (Camões, I.P.), e junto com a Imprensa Nacional, este é o primeiro número de um catálogo que apresenta excertos de obras de autores de língua portuguesa traduzidos para inglês, disponibilizando também informação fundamental para o conhecimento tanto dos autores como das obras, com o objetivo de dar a conhecer a um público mais vastos as obras e os autores da literatura portuguesa, mostrando, ao mesmo tempo, o seu dinamismo e a sua força criativa.

Este catálogo será, assim, um instrumento essencial para aproximar os autores e as suas obras dos seus potenciais leitores — do público em geral, tanto em Portugal como no estrangeiro, mas principalmente de especialistas e investigadores ou de tradutores e editores –, funcionando, ao mesmo tempo, como uma ferramenta complementar às linhas de apoio à tradução e à edição, há muitos anos promovidas pela DGLAB e pelo Camões, I.P.

Este primeiro número apresenta textos de autores da literatura portuguesa do século XX, como Vitorino Nemésio, José Cardoso Pires ou Carlos de Oliveira, mas também de autores mais recentes como Hélia Correia, Isabela Figueiredo, Bruno Vieira Amaral ou Djaimilia Pereira de Almeida.

Os versos que dão nome a este Catálogo evocam os primeiros momentos da literatura portuguesa e, em particular, a figura de D. Dinis. Foi por sua iniciativa que a Chancelaria adotou o galaico-português enquanto língua oficial, um marco fundamental na história da língua portuguesa, uma língua que, depois, viajou pelo mundo. É este um dos propósitos deste catálogo, que a literatura em língua portuguesa viaje, que os nossos autores construam novos portos, que as nossas grandes obras sejam cada vez mais conhecidas e que haja cada vez mais curiosidade pela cultura portuguesa.

Fonte: Gabinete Ministra da Cultura

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