Balanço do Projeto FILMAR - CPMC

Saber | Cinema
©Manuel de Guimarães
  • Data

    04.02.22

Dois anos depois do arranque do Projeto FILMAR, são já visíveis os resultados do trabalho do Arquivo Nacional das Imagens em Movimento (ANIM) que se dedica a "investigar, interpretar e reconstruir as marcas que o tempo foi deixando em materiais que são, muitos deles, únicos e preciosos instrumentos para a leitura da história do cinema".

O Projeto Filmar, desenvolvido pela Noruega, Islândia e Liechtenstein, conta com um financiamento de 881 mil euros, e tem como parceiro o Norwegian Film Institut, congénere da Cinemateca Portuguesa, com quem são desenvolvidos programas bilaterais de cooperação, programação e formação. 

Para 2022 estão previstos, entre outros, a apresentação de filmes de António Campos, no centenário do seu nascimento, de José Álvaro Morais, nos 35 anos da estreia de O BOBO (Leopardo de Ouro em Locarno, 1987), e FAROLEIROS, de Maurice Mariaud, épico mudo 1922, um dos maiores filmes do início do cinema português. A estes títulos juntar-se-ão, ainda, filmes assinados por Manuel Guimarães (VIDAS SEM RUMO, 1956), Leitão de Barros (ALA-ARRIBA, 1942) e José Álvaro Morais (ZÉFIRO, 1994), a par de dois títulos de Solveig Nordlund (ATÉ AMANHÃ, MÁRIO, 1994; APARELHO VOADOR A BAIXA ALTITUDE, 2002).

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Fonte: CPMC

 

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