Cinema português premiado no 71º Festival de Cannes

Saber | Cinema
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    21.05.18

João Salaviza foi galardoado com o Prémio Especial do Júri da secção competitiva Un Certain Regard, pela obra “Chuva é Cantoria na Aldeia dos Mortos”, corealizada com Renée Nader Messora, e Gabriel Abrantes venceu o Grande Prémio Nespresso, atribuído pelo júri da La Semaine de la Critique, pelo filme “Diamantino”, corealizado com Daniel Schmidt.

O cinema português esteve fortemente representado no Festival de Cannes de 2018, com nove filmes presentes na seleção oficial e em programas paralelos. Além das já referidas obras premiadas, esteve também em competição a curta-metragem “Amor, Avenidas Novas”, de Duarte Coimbra, tendo a presença portuguesa sido complementada com a participação no ACID TRIP#2 PORTUGAL, organizado com a colaboração da Associação Portuguesa de Realizadores, onde foram exibidos “Colo”, de Teresa Villaverde, “Verão Danado”, de Pedro Cabeleira, e “Terra Franca”, de Leonor Teles.

“O Grande Circo Místico”, do brasileiro Carlos Diegues, e com coprodução portuguesa, foi selecionado para as Exibições Especiais (Special Screenings) do Festival e “O Homem que Matou D. Quixote”, de Terry Gilliam, também com coprodução portuguesa, foi escolhido pelos organizadores como filme de encerramento.

Destaque ainda para a exibição na secção Cannes Classics da obra de Paulo Rocha, “A Ilha dos Amores”, numa cópia recentemente restaurada pela Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema, representando o regresso do filme ao Festival, 36 anos depois de ter tido a sua estreia no mesmo.

Esta forte representação do Cinema Português naquele que é considerado o mais importante festival de cinema do mundo reflete a elevada qualidade da produção e dos talentos nacionais.

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