Lisboa | De 02.08.22 a 01.10.22

Restauração e a fortificação moderna: Nicolau de Langres

Exposições | Arquivo

A reafirmação da fronteira terreste na Restauração de 1640, dominou a estratégia política definida por D. João IV, através de novas fortificações nas cidades e vilas designadas Praças-Fortes, e da contratação de engenheiros militares estrangeiros que dominavam esta arte ou ciência desenvolvida a partir da Guerra dos Trinta Anos (1618-48).

O catálogo de Nicolau de Langres, Desenhos e Plantas de todas as Praças do Reyno de Portugal (c.1661), é referenciado em inúmeros textos sobre o período da Restauração em Portugal e a sua importância sublinhada na publicação de Gastão de Melo Matos, Nicolau de Langres e a sua Obra em Portugal (1941), que nos dá a dimensão da obra edificada no Alentejo.  As questões e opções que eram discutidas nos órgãos centrais para aprovação dos projetos retratam, de forma inequívoca, a inserção de Portugal nesta política defensiva baseada na Fortificação Moderna e o reconhecimento da sua independência.

Fonte: BNP

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