Guimarães

Castelo de Guimarães

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Reconhecido por muitos como o castelo que, por excelência, está ligado às origens de Portugal. Trata-se de uma fundação condal, da segunda metade do século X. A própria condessa Mumadona declara, num pergaminho datado de 968, que o fundara para proteger o mosteiro vimaranense do ataque dos “gentios” (referindo-se provavelmente aos Normandos). Nos finais do século XI, durante o governo dos condes D. Henrique e D. Teresa, o castelo sofreu uma reforma profunda, de que restam vestígios sobretudo na fachada Norte. No século XII, no tempo do nosso primeiro monarca, sofreu uma nova reforma, a partir da qual passou a abranger o perímetro atual, muito embora ainda sem as suas oito torres. Foi na segunda metade do século XIII, com as reformas góticas, que o Castelo de Guimarães adquiriu a sua forma atual. A partir dos primeiros anos do século XVI, o Castelo de Guimarães foi conhecendo os anos de abandono e de decadência. Sem função militar, passou a ser utilizado como cárcere ou prisão. Classificado como Monumento Nacional em 1881, incluído logo na primeira lista patrimonial que Portugal conheceu, adquiriu um valor emblemático incontornável, muito fomentado pelo Estado Novo, responsável por uma profunda intervenção de restauro, conduzida desde 1936 e inaugurada em 1940. E continua a ser, hoje em dia, um dos mais emblemáticos e reconhecidos castelos medievais portugueses.

Guimarães

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Como chegar

Comboio: ligação Porto/Guimarães

Horário

2ª a Domingo: 10h00-18h00
Encerra: 1 de janeiro, Domingo de Páscoa, 1 de maio e Natal

Preço

2€ (entrada geral)

Contacto

Tel.:+351 235 412 273
Email: pduques@culturanorte.gov.pt

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