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Onde
Arquipelago Centro de Artes Contemporâneas
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Preço
Entrada livre
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O ponto de partida da exposição é a erupção vulcânica dos Capelinhos, na ilha do Faial, em 1957. Acontecimento que transformou o arquipélago e acusou o silêncio imposto pelo Estado Novo: nas imagens televisivas da erupção captadas pela RTP, nem o som do vulcão, nem as vozes da população foram registados.
O Silêncio de Hefesto reúne um conjunto de obras da Coleção de Arte Contemporânea do Estado que percorrem um arco temporal entre 1957 e o presente. Embora distintas nas suas abordagens, as obras convergem na atenção ao território e na exploração da dimensão acústica, interrogando quem pode falar e em que condições a catástrofe se torna audível.
Fonte: PDL26